
Nos jogos de azar e nas loterias, é grande a tentação de ganhos rápidos e fáceis, e na maioria das vezes, um ganho fácil é prejudicial para a sociedade.
Supondo-se que nas corridas - de cavalos ou outras e nas loterias, públicas ou particulares, assim como em outros jogos de azar, as pessoas, num país qualquer, gastem 3 milhões de reais toda semana como é o caso de certos países; ao final de 10 anos apenas, terá sido recolhido um montante de 1.560 milhões de reais, de um grande número de habitantes e distribuído a um número ridiculamente pequeno. Menos de 1 por cento das pessoas são contempladas às custas dos outros 99 por cento.
Não importa se os jogos de azar, incluídas as loterias, são nacionalizadas ou não, o mal de se acumular a riqueza nas mãos de uns poucos, às custas de uma enorme maioria, opera com força integral. Eis o porque da proibição dos jogos de azar e das loterias no Islam. Tal e qual os seguros capitalistas, os jogos de azar implicam em riscos unilaterais.